Gestión de la Liquidez, Crédito
y Sistema Financiero
en Ecuador
Dr. Fernando Uzcátegui A.
Director
Banco Central del Ecuador
XXIII Encuentro de la Red Latinoamericana de Bancos
Centrales y Ministros de Finanzas
Abril - 2006
Contenido
• Panorama del sistema financiero en el Ecuador
• Crédito del sistema financiero
• Seguimiento y gestión de la liquidez
• Mecanismos de Prevención
El Sistema Financiero
Panorama del sistema financiero privado
#
B ancos privados
C ooperativas de A ho. y C red.
S ociedades financieras
M utualistas
E m isora tarjetas de crédito
T O T AL
% d el P IB
Activ o s
25
38
11
5
1
11,047.9
814.0
613.6
405.8
76.9
12,958.1
35.8%
C artera 1/.
5,512.3
599.7
467.1
216.0
35.2
6,830.3
18.8%
P asiv o s
9,987.2
638.4
517.1
368.6
53.5
11,564.8
31.9%
*D atos en m illones de U S D , al 31 de m arzo de 2006
1/. C uenta contable 14 de los balances del sistem a financiero
2/. Incluye D epósitos m onetarios, de ahorro, fondos tarjetahabientes y depósitos a plazo
D ep ó sito s 2/.
8,003.4
560.4
314.1
331.9
32.6
9,242.5
25.5%
Gran importancia de los bancos en el crédito
de todo el sistema financiero
V o lu m e n a n u a l d e c ré d ito
M ille s U S D
1 2 ,0 0 0
1 1 ,0 0 0
1 0 ,0 0 0
9 ,0 0 0
8 ,0 0 0
7 ,0 0 0
6 ,0 0 0
9 ,4 9 4 .4
5 ,0 0 0
8 ,1 3 3 .4
4 ,0 0 0
6 ,0 5 8 .2
3 ,0 0 0
2 ,0 0 0
4 ,4 1 5 .1
5 ,2 6 4 .4
2 ,9 8 8 .1
1 ,0 0 0
0
2000
2001
2002
2003
2004
2005
B A N C A P U B L IC A
B A N C O S P R IV A D O S
C O O P E R A T IV A S
S O C IE D A D E S F IN A N C IE R A S
M U T U A L IS T A S
... Y en las captaciones del público (saldos de
depósitos a la vista y a plazo)
7 ,5 1 8
B a n c o s p riv a d o s
560
C o o p e ra tiv a s
314
S o c ie d a d e s fin a n .
486
O ffs h o re
332
M u tu a lis ta s
33
T a rj. d e c ré d ito
0
1 ,0 0 0
2 ,0 0 0
3 ,0 0 0
4 ,0 0 0
5 ,0 0 0
6 ,0 0 0
M illo n e s d e U S D , a m a rz o -0 6
7 ,0 0 0
8 ,0 0 0
El sistema bancario se caracteriza por ser
altamente concentrado.
C a rte ra n e ta b a n c o s p riv a d o s
(s a ld o a l 3 1 -d ic -0 5 )
D e p ó s ito s a la v is ta y a p la z o
(s a ld o a l 3 1 -d ic -0 5 )
24%
30%
70%
T o ta l 6 b a n co s m á s g ra n d e s
R e sto
76%
T o ta l 6 b a n co s m á s g ra n d e s
R e sto
El Crédito
El crédito bancario
ya en niveles pre-crisis
7 ,5 0 0
80%
7 ,0 0 0
6 ,6 8 4 .6
67%
6 ,5 0 0
70%
65%
60%
6 ,0 0 0
5 ,6 3 7 .9
4 ,6 6 4 .1
5 ,0 0 0
40%
4 ,6 8 4 .6
4 ,5 9 3 .6
4 ,5 1 0 .9
4 ,5 0 0
4 ,0 0 0
3 ,7 9 2 .2
24%
23%
3 ,7 6 5 .8
21%
20%
17%
3 ,5 0 0
30%
4 ,0 9 0 .6
3 ,8 3 3 .4
18%
12%
12%
2 ,5 0 0
2 ,3 0 1 .8
0%
0%
-2 %
-4 %
20%
10%
3 ,0 0 0
2 ,0 0 0
-9 %
-1 0 %
1 ,3 8 0 .4
1 ,5 0 0
1 ,2 2 9 .3
-2 0 %
1 ,0 0 0
-2 9 %
-3 0 %
500
S a ld o s c a rte ra
V a ria c ió n a n u a l
5
D
ic
-0
4
D
ic
-0
3
D
ic
-0
2
D
ic
-0
1
D
ic
-0
0
D
ic
-0
9
D
ic
-9
8
D
ic
-9
7
D
ic
-9
6
D
ic
-9
5
D
ic
-9
4
D
ic
-9
3
-9
D
ic
-9
ic
D
ic
-9
2
-4 0 %
1
0
D
(m illo n e s U S D )
50%
5 ,4 2 1 .1
5 ,3 9 3 .4
5 ,5 0 0
Sistema bancario
recupera confianza de depositantes
7 ,5 0 0
50%
7 ,0 0 0
42%
40%
40%
6 ,5 0 0
6 ,0 0 0
30%
5 ,5 0 0
(m illo n es d e d ó lares)
24%
23%
20%
5 ,0 0 0
20%
18%
4 ,5 0 0
12%
10%
10%
19% 20%
12%
10%
4 ,0 0 0
3 ,5 0 0
6 ,8 1 6 .0
3 ,0 0 0
-9 %
2 ,5 0 0
5 ,1 6 0 .2
4 ,8 5 5 .5
4 ,3 5 0 .0
-1 0 %
4 ,2 9 5 .3
2 ,0 0 0
3 ,6 8 5 .7
3 ,5 0 3 .3
3 ,3 4 9 .5
1 ,5 0 0
5 ,7 1 9 .5
-7 %
4 ,7 7 3 .7
4 ,4 2 0 .8
0%
-2 0 %
2 ,8 3 6 .3
2 ,3 6 1 .9
1 ,0 0 0
1 ,5 2 7 .4
-3 0 %
1 ,6 8 6 .6
500
-3 6 %
0
-4 0 %
D ic -9 1 D ic -9 2 D ic -9 3 D ic -9 4 D ic -9 5 D ic -9 6 D ic -9 7 D ic -9 8 D ic -9 9 D ic -0 0 D ic -0 1 D ic -0 2 D ic -0 3 D ic -0 4 D ic -0 5
D e p ó s ito s
V a ria c ió n a n u a l
Pero el crecimiento de los créditos y depósitos,
con relación al PIB, aún no alcanza los niveles
pre-crisis.
V a lo re s n o m in a le s
D ic -9 8
D ic -0 5
A c tiv o s b a n c a rio s
C a rte ra n e ta
P a s iv o s b a n c a rio s
D e p ó s ito s a la v is ta y p la z o 3 /.
# d e in s titu c io n e s b a n c a ria s
9 ,2 9 2 .0
4 ,0 4 3 .5
8 ,0 8 4 .1
4 ,4 4 3 .9
40
9 ,8 5 2 .7
4 ,6 7 1 .5
8 ,9 0 5 .7
7 ,7 0 4 .0
25
1 /. D a to s e n m illo n e s d e U S D
2 /. C ifra s d e d ic -9 8 , tra n s fo rm a d a s a U S D a la c o tiza c ió n d e ve n ta e n e l
m e rc a d o lib re d e d ivis a s , a fin d e p e río d o
3 /. A d ic -9 8 lo s b a n c o s re g is tra b a n c ré d ito s a fa vo r d e e n tid a d e s fin a n c ie ra s
e n e l e xte rio r p o r U S D 1 .3 7 1 M M ; a d ic -0 5 e l ru b ro a s c ie n d e a U S D 4 5 7 M M
C o m o % d e l P IB
D ic -9 8
D ic -0 5
3 9 .9 6 %
1 7 .3 9 %
3 4 .7 6 %
1 9 .1 1 %
2 7 .1 8 %
1 2 .8 9 %
2 4 .5 7 %
2 1 .2 6 %
En el año 2005,
crecimientos importantes del crédito
los más dinámicos consumo y microcrédito...
B A N C A P R IV A D A : V O L U M E N D E C R É D IT O
(U S D m illones)
V ariacio n es
2004
2005
A b so lu ta
R elativa
C o m ercial
6,189
6,755
566
9.2%
C o n sum o
1,184
1,619
435
36.7%
M icro créd ito
539
827
287
53.3%
V ivien d a
277
294
16
5.9%
8,189
9,494
1,305
15.9%
T o tal
...incrementando su participación en el saldo
de cartera,
el crédito comercial el más significativo
CARTERA POR VENCER
D ic ie m b re 2 0 0 4
(Estructura porcentual)
4 .8 %
100%
6 .3 %
100%
1 1 .1 %
1 1 .6 %
90%
90%
80%
80%
2 6 .7 %
2 8 .1 %
70%
70%
60%
60%
50%
50%
40%
40%
5 7 .4 %
30%
30%
20%
20%
10%
10%
0%
c o m e rc ia l
D ic ie m b re 2 0 0 5
5 3 .9 %
0%
consum o
vivie n d a
m ic ro e m p re s a
c o m e rc ia l
consum o
vivie n d a
m ic ro e m p re s a
Las otras entidades del sistema financiero
también expandieron el crédito en el año 2005...
OTRAS ENTIDADES DEL SISTEMA FINANCIERO – CARTERA DE CRÉDITO
(USD millones)
E n e -D ic 2 0 0 4
E n e -D ic 2 0 0 5
V a ria c io n e s
M o n to
P a rtic ip a c ió n
M o n to
P a rtic ip a c ió n
a
b
c
d
e = ( b -a )
b/a
520
10 0 .0 %
651
10 0 .0 %
131
2 5 .2 %
C o m ercial
56
1 0 .8 %
16
2 .5 %
-4 0
-7 1 .2 %
C o n su m o
242
4 6 .6 %
268
4 1 .2 %
26
1 0 .6 %
M icro créd ito
C o n c e p to
C o o p e ra tiv a s
151
2 9 .0 %
298
4 5 .8 %
147
9 7 .3 %
V iv ien d a
71
1 3 .6 %
69
1 0 .6 %
-2
-2 .7 %
M u tu a lista s
111
10 0 .0 %
14 7
10 0 .0 %
37
3 3 .0 %
C o m ercial
13
1 1 .6 %
17
1 1 .7 %
4
3 4 .4 %
C o n su m o
14
1 2 .3 %
19
1 2 .6 %
5
3 5 .7 %
0
0 .0 %
0
0 .1 %
0
0 .0 %
84
7 6 .1 %
111
7 5 .6 %
27
3 2 .2 %
M icro créd ito
V iv ien d a
F in a n c ie ra s P riv a d a s
206
10 0 .0 %
205
10 0 .0 %
-1
-0 .4 %
C o m ercial
108
5 2 .3 %
95
4 6 .5 %
-1 2
-1 1 .5 %
C o n su m o
20
9 .7 %
35
1 7 .3 %
15
7 7 .7 %
M icro créd ito
66
3 2 .0 %
60
2 9 .3 %
-6
-8 .9 %
V iv ien d a
12
6 .0 %
14
6 .9 %
2
1 4 .8 %
162
10 0 .0 %
172
10 0 .0 %
10
6 .1 %
C o m ercial
144
8 8 .9 %
143
8 3 .1 %
-1
-0 .9 %
C o n su m o
18
1 1 .1 %
29
1 6 .9 %
11
6 1 .9 %
17 6
17 .7 %
BNF
T o ta l
999
1 ,1 7 5
Una expansión del crédito bancario seguro
niveles de cartera vencida....
B A N C A P R IV A D A - C A R T E R A D E C R É D IT O
(U S D m illones)
V a ria c io n e s
D ic -0 4
D ic -0 5
A b so lu ta
R e la tiv a
4 ,0 4 2
5 ,2 2 3
1 ,1 8 1
2 9 .2 %
274
265
-9
-3 .2 %
T o tal
4 ,3 1 6
5 ,4 8 8
1 ,1 7 2
2 7 .2 %
In d ice M o ro sid ad en %
6 .3 %
4 .8 %
C artera p o r V en cer
C artera V en cid a
(E x clu ye b an co s cerrad o s)
...y lo mismo ocurre en las otras entidades del
sistema financiero
Concepto
Cartera Total
d/c Cooperativas
Mutualistas
Financieras Privadas
BNF
Dic-04
1,316
466
168
426
197
Dic-05
1,622
628
203
512
230
Indice de Morosidad
Dic-04
Dic-05
7.0%
6.9%
4.6%
4.8%
4.1%
4.6%
6.3%
6.6%
13.6%
10.8%
....Atendiendo las necesidades de diversos
sectores económicos
O P E R A C IO N E S B R U T A S D E C R É D IT O P O R A C T IV ID A D
B A N C A P R IV A D A
(U SD m illones)
2004
A gricultura, C aza, Selvicultura, P esca
C om ercio, H oteles, R estaurantes
C onstrucción
E lectricidad, G as, A gua
E stablec.F inanc.,Seguros,Serv.a E m presas
E xplotación de M inas y C anteras
Industria M anufacturera
P ersonas N aturales
Servicios C om unales, Sociales y P ersonales
T ransporte, A lm acenam iento, C om unicaciones
TOTAL
2005
T asa d e
M on to
P articip ación
M on to P articip ación
C rec. A n u al
633
7.7%
590
6.2%
-6.7%
3,011
36.8%
3,510
37.0%
16.6%
282
3.4%
374
3.9%
32.7%
25
0.3%
14
0.1%
-44.7%
838
10.2%
931
9.8%
11.1%
59
0.7%
66
0.7%
11.9%
1,756
21.4%
2,078
21.9%
18.3%
50
0.6%
53
0.6%
4.6%
1,291
15.8%
1,610
17.0%
24.7%
243
3.0%
268
2.8%
10.2%
8,189
100.0%
9,494
100.0%
15.9%
Contribuyendo a la dinamización de las
actividades productivas y al crecimiento
económico...
45
37.9
40
35
30
Pib Petrolero
Pib No Petrolero
PIB
Porcentaje
25
20
15
11.8
8.2
10
5
7.6
4.7
3.7
4.3 3.9
5.1
3.1 2.8
0.9
1.5 2.7
-0.1
0
3.2-3.5
2.8
3.4
-5
-6.7
-10
2000
2001
-2
4.9
2002
2003
2004
2005 (e)
2006 (e)
C O N S U M O - IN V E R S IÓ N
2001 - 2005
(ta s a s d e va ria c ió n )
1 2 .0
1 0 .0
9 .5
7 .7
8 .0
6 .0
6 .0
4 .0
3 .4
2 .2
3 .1
2 .3
2 .7
2 .4
1 .7
2 .0
2 .6
0 .7
1 .8
2 .0
1 .1
-0 .1
-
2 .3
2 .0
1 .7
2 .1
-0 .5
-1 .1
-0 .9
-2 .0
-1 .8
-2 .5
Consum o
In ve rs ió n
N o ta : E l C o n su m o in clu ye C o n su m o d e lo s H o g a re s y e l C o n su m o d e l G o b ie rn o
.IV
I
20
05
.II
05
20
05
.II
.I
20
05
20
04
20
20
04
04
.II
.IV
I
.II
.I
20
04
03
20
.IV
I
.II
20
03
20
20
03
.II
.I
03
02
20
20
.IV
I
.II
02
20
20
02
.II
.I
02
20
01
20
01
.II
.IV
I
.II
20
01
20
20
01
.I
-4 .0
Aunque se evidencia una concentración del
volumen de crédito concedido a corto plazo...
V o lu m e n d e c ré d ito
B a n c o s p riv a d o s - 2 0 0 5
29%
45%
26%
M enos de 90 d.
De 91 d. a 360 d.
M ás de 360 d.
La reciente expansión del crédito no ha
provocado una apreciación del tipo de cambio
real, que debilite al sector exportador,
fundamental para el ingreso de divisas al país
Tipo de Cambio Efectivo Real
120
Marzo
115.8
110
106.1
100.1
96.7
100
94.2
96.62
92.2
90
90
80
70
Mar-06
Ene-06
Nov-05
Sep-05
Jul-05
May-05
Mar-05
Jan-05
Nov-04
Sep-04
Jul-04
May-04
Mar-04
Ene-04
Nov-03
Sep-03
Jul-03
May-03
Mar-03
Ene-03
Nov-02
Sep-02
Jul-02
May-02
Mar-02
Ene-02
Nov-01
Sep-01
Jul-01
May-01
Mar-01
Ene-01
60
A c tiv a re fe re n c ia l
P a s iv a re fe re n c ia l
N
S
-0
-0
-0
-0
-0
ov
ep
-0
-0
l-0
ay
Ju
M
ar
ne
ov
ep
M
E
N
S
-0
-0
-0
-0
-0
l-0
ay
Ju
M
ar
ne
ov
ep
M
E
N
S
-0
-0
-0
-0
-0
l-0
ay
Ju
M
ar
ne
ov
ep
M
E
N
S
-0
-0
-0
-0
-0
l-0
ay
Ju
M
ar
ne
ov
ep
M
E
N
S
-0
-0
-0
-0
-0
l-0
ay
Ju
M
ar
ne
ov
ep
M
E
N
S
-0
-0
-0
l-0
ay
Ju
M
ar
ne
M
E
5
5
5
5
5
5
4
4
4
4
4
4
3
3
3
3
3
3
2
2
2
2
2
2
1
1
1
1
1
1
0
0
0
0
0
0
P o rc e n ta je s
Las tasas de interés referenciales registran
una tendencia a la baja...
1 8 .0
1 6 .0
1 4 .0
1 2 .0
1 0 .0
8 .0
6 .0
4 .0
2 .0
0 .0
Con una disminución en el margen de
intermediación financiera
S P RE AD D E T AS AS NO M INAL E S
b a n c a a b ie r ta
7 .9 0
7 .1 6
6 .9 0
6 .4 0
5 .9 0
Feb -06
E ne-06
D ic-05
N ov- 05
O ct -05
S ep-05
A go -05
Jul- 05
Jun -05
M ay -05
A br -05
M ar -05
Feb -05
E ne-05
M ar -06
5 .8 7
5 .4 0
D ic-04
P orc e ntaje
7 .4 0
Mayor profundizacion financiera en el último
año...
TO TAL AC TIV O /P IB
IN V E R S IO N E S /P IB
C AR TE R A B R U TA/P IB
E n e-05
E n e-06
V ariació n
E n e-05
E n e-06
V ariació n
E n e-05
E n e-06
V ariació n
B AN C O S
25.02%
30.30%
21.11%
4.41%
4.88%
10.70%
13.04%
16.48%
26.43%
C O O P E R ATIV AS
1.91%
2.40%
25.71%
0.23%
0.20%
-11.58%
1.45%
1.88%
29.85%
1.41%
1.83%
29.68%
0.05%
0.06%
23.10%
1.16%
1.54%
33.06%
M U TU AL IS TAS
0.93%
1.16%
24.28%
0.11%
0.11%
0.13%
0.51%
0.63%
21.58%
B AN C A P U B L IC A
3.29%
3.71%
12.86%
0.60%
0.57%
-4.95%
1.90%
2.22%
16.69%
S O C IE D AD E S
F IN AN C IE R AS
En síntesis.•
•
•
•
Importante recuperación de los niveles del crédito
Una gestión prudencial de la cartera por parte de los bancos
Incremento importante del credito al consumo, microcrédito – demanda
interna –
Sistema de regulación fortalecido
•
Profundización insuficiente:
–
–
–
–
•
•
•
•
•
Cartera /pib todavía en niveles por debajo de pre-crisis
Bancarización de la población
Insignificante desarrollo del Mercado de valores
Capital accionario altamente concentrado
Excesiva concentración financiera
Poca o niguna participación de la banca internacional
Excedentes de liquidez excesivos
Casi ningun nivel de participación interbancaria
Concentración de operaciones en el corto plazo
Seguimiento y Gestión de la
Liquidez
Gestión de la liquidez
en una economía dolarizada
Los “choques monetarios”
(o movimientos no esperados de liquidez)
afectan la estabilidad de la
economía?
entonces es necesario tener una política de
gestión de la liquidez
Gestión de la liquidez
en una economía dolarizada
• La dolarización resta grados de libertad a la política económica,
debe entoces preverse con mayor sutileza y precisión:
– mecanismos de medición
– mecanismos de prevención
– la política de liquidez -
......para evitar problemas de liquidez
• La ausencia de prestamista de última instancia incrementa la
percepción sistémica de riesgo de iliquidez en la banca
– del riesgo institucional a los riesgos sistémico y macro
Los mecanismos de seguimiento :
• En la balanza de pagos:
–
–
–
–
Estructura de los plazos del financiamiento
Estructura del financiamiento: remesas/IED/IEI
Análisis de la estructura del déficit/superávit de la CC
Estructura del comercio internacional .. Tipo de cambio real
• En la gestión fiscal:
– Análisis de la sostenibilidad: superávit primario /perfil de la
deuda pública interna y externa /flexibilidad de la PF: gastos e
ingresos / fondos de estabilización /
• En el flujo de fondos
– Los movimientos de la liquidez doméstica
Los mecanismos de seguimiento :
• En el ciclo económico
–
–
–
–
Las fuentes del crecimiento: C, X, I
el ciclo: adelanto y ...
Precios al consumidor y al productor
El ciclo económico de la USA
• En el sistema financiero
– Situación de la liquidez
– Cartera y depósitos
– sensibilidad a choques macro y micro
De la balanza de pagos...
Inversión Extranjera Directa
(millones USD)
... Fuerte incidencia de la inversión petrolera
2005 (e)
0
2004 (e)
0
2000
2003
0
1999
550
0
1998
2002
0
1997
550
0
1996
2001
0
2.2%
440
3.7%
2006(e)
7.0%
6.0%
4.2% 5.0%
4.0%
3.0%
2.0%
1.0%
0.0%
6.3%
1995
1800
1600
1400
1200
1000
800
600
400
200
0
IED
O CP
IED/PIB
% del PIB
millones US$
(75% del total de la inversión en promedio)
Inversión Extranjera Directa
(en millones de USD)
Remesas
(en millones de USD)
Remesas
(en porcentaje del PIB)
Balanza Comercial y Sostenibilidad Externa
... para los próximos años, el Ecuador podría mantener un déficit
comercial máximo del orden del 3.3% del producto sin poner en peligro la
condición de sostenibilidad externa
Balanza Comercial
10.0%
(Como % del PIB)
9.1%
6.0%
Variables cálculo de sostenibilidad externa
Tasas de Interés Real Implícita sobre la deuda*
Vencimiento promedio de la deuda
Crecimiento Económico de largo plazo
Relación remesas de emigrantes/PIB
Relación IED/PIB
Relación deuda externa/PIB**
4.0%
* Calculados como la relación entre pago de intereses de corto
y mediano plazos e intereses por mora y la deuda externa total.
**Porcentaje promedio 2001-2006
Como % del PIB
8.0%
1.4%
2.0%
0.4%
0.0%
0.5%
0.0%
-2.0%
-1.4%
-4.0%
-3.9%
-6.0%
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006
Valor Supuesto
4.85%
20 años
3.44%
5%
2%
65%
De la gestión fiscal...
Deuda Pública
(Porcentaje del PIB)
120
Deuda Externa
Deuda Interna
100
17 .8
17 .4
80
7 .9
60
9 .9
12 .9
6 .4
11.1
10 .5
8 2 .5
5 6 .9
5 3 .5
4 5 .7
2002
2001
2000
1999
1998
1997
0
1996
20
10 .2
11.3
3 3 .6
2 9 .9
2 9 .4
2006 Progr.
5 3 .2
4 0 .1
2003
5 9 .4
2005
10 .6
7 1.1
2004
40
Sostenibilidad Fiscal del Gobierno Central
en base a un objetivo de deuda
O b jetivo d e d eu d a (D eu d a / P IB ) =
40%
T asa de in terés
8%
6%
10%
P IB crece al 5%
0.38
1.14
1.90
P IB crece al 3%
P IB crece al 1%
1.17
1.98
1.94
2.77
2.72
3.56
S u p erávit p rim ario req u erid o
Reglas Macrofiscales
•Déficit No Petrolero
5
4.80
4.8
4.6
4.4
4.2
4.2
3.90
4
4
3.8
3.50
Porcentajes del PIB
3.24
3.07
3
2
1
0
2002
Déficit no petrolero/PIB
2003
2004
Límite del déficit no petrolero
PGC aprobado 2005
PGC Codif.2005
Prof. 2006
Ingresos del Gobierno Central
70%
Como % del total de Ingresos
61.6%
61.1%
60.1%
61.5%
60%
59.5%
58.5%
50%
40%
50.0%
43.0%
32.7%
30.1%
25.7%
30%
33.3%
29.8%
24.5%
20%
10%
2000
2001
2002
2003
2004 2005 (e) 2006 (p)
Ingresos Tributarios
Ingresos Petroleros
(e) Estimado
(p) Proforma del Gobierno Central
Del flujo de fondos de la liquidez
doméstica...
Fuentes y Usos de la Liquidez
FUENTES Y USOS DE LIQUIDEZ DEL SISTEMA BANCARIO*
En millones de dólares
Mar-06
FUENTES1
Acumulación de depósitos del gobierno en el BCE
Aumento de captaciones del público en OSD
Incremento de depósitos empresas públicas en BCE
Aumento de depósitos del gobierno en los OSD
Incremento de obligaciones de los OSD en el exterior
Emisión de instrumentos financieros (TBC)
Aumento de depósitos de otras entidades financieras2 en bancos
Inversiones del IESS en bancos
Emisión de moneda fraccionaria
Incremento de pasivos externos del BCE
Otros activos netos no clasificados3
Total
585.7
116.5
85.3
41.8
25.1
9.5
3.8
1.9
1.4
0.2
60.0
931.1
Total
437.2
234.5
160.1
34.2
29.5
23.7
5.0
3.5
3.2
0.2
0.1
931.1
USOS4
Aumento de la RILD en el BCE
Disminución de depósitos del IESS en el BCE
Aumento del crédito de OSD al sector privado
Aumento de activos externos del BCE
Incremento de depósitos de los bancos en el exterior
Adquisición de títulos del Estado por las OSD
Aumento del crédito de bancos a las OSF
Disminución de depósitos de otras entidades financieras2 en BCE
Intereses del BCE en inversiones Bonos del Estado
Crédito de OSD a gobiernos locales
Crédito de OSD a empresas públicas
* Incluye BCE, bancos, BNF, financieras, mutualistas, cooperativas, tarjetas de crédito.
1. Incremento de disponibilidades de liquidez del sistema bancario.
2. Comprenden a casas de valores, seguros, fondos de inversión y auxiliares financieros.
3. Corresponde a la variación de las demás cuentas del balance del sistema bancario:
Capital y Reservas, flujo interbancario y cuentas de resultados.
4. Utilizaciones de las disponiblidades de liquidez por el sistema bancario.
Del sistema financiero...
El esquema de dolarización no permite una medición
precisa de las EMC; sin embargo, el monto de
pasivos monetarios del sistema bancario da cuenta
de la relevancia de éste como canal de transmisión
de los flujos monetarios al resto de la economía
P a s iv o s m o n e ta rio s e n e l s is te m a b a n c a rio
7 ,0 0 0
6 ,5 0 0
6 ,0 0 0
5 ,5 0 0
4 ,5 0 0
4 ,0 0 0
3 ,5 0 0
3 ,0 0 0
2 ,5 0 0
2 ,0 0 0
1 ,5 0 0
1 ,0 0 0
500
5
-0
5
D
ct
O
ic
-0
5
-0
go
A
n-
05
5
Ju
-0
A
br
-0
eb
F
ic
D
ct
O
5
4
-0
4
-0
4
-0
go
A
n-
04
4
Ju
A
br
-0
eb
F
ic
-0
4
3
-0
3
D
ct
O
go
-0
-0
3
03
A
nJu
br
A
eb
-0
-0
3
3
0
F
M illo n es U S D
5 ,0 0 0
No se evidencia una exposición de la banca privada
en términos de activos con el sector público; las
obligaciones del Gobierno con la banca han
decrecido sostenidamente.
T ítu lo s G o b ie rn o C e n tra l e n p o d e r d e b a n c a p riv a d a
vs.
T o ta l c ré d ito d e l s is te m a b a n c a rio
1 2 .0 %
1 1 .0 %
1 0 .0 %
9 .0 %
8 .0 %
7 .0 %
6 .0 %
5 .0 %
4 .0 %
3 .0 %
2 .0 %
1 .0 %
5
5
ic
D
ct
O
-0
-0
5
-0
go
A
n-
05
5
Ju
-0
br
A
F
eb
-0
-0
ic
D
ct
O
5
4
4
-0
4
-0
go
A
n-
04
4
Ju
-0
A
br
-0
eb
F
ic
-0
4
3
3
D
ct
O
A
go
-0
-0
3
03
nJu
br
A
F
eb
-0
-0
3
3
0 .0 %
Mecanismos de prevención
Mecanismos de prevención:
No se tiene certeza de la verdadera liquidez de los valores que la banca
privada mantiene en el exterior: necesitad de un control por parte del
BCE sobre la calidad de liquidez del sistema financiera:
•
Manejo técnico del sistema de pagos: “un bien público”
•
El encaje bancario
•
Operaciones de mercado abierto
– OBC
– TBC
•
“Auto-protección” de los bancos: altos niveles de activos líquidos en el
exterior.
•
El fondo de liquidez.
•
En útlima instancia: 1) Uso de la RILD; 2) Uso del FAC
Las cuentas sectoriales de la banca abierta,
demuestran que la mayoría de recursos líquidos
(efectivo y depósitos) se encuentran en el
extranjero.
2 ,2 5 0
2 ,0 0 0
1 ,7 5 0
1 ,2 5 0
1 ,0 0 0
750
500
250
E n e l e x te rio r
5
ic
D
O
ct
-0
-0
5
5
-0
go
A
n-
05
5
Ju
-0
br
A
b-
05
4
Fe
ic
D
O
ct
-0
-0
4
4
-0
go
A
n-
04
4
Local
Ju
-0
br
A
b-
04
3
Fe
ic
D
ct
-0
-0
3
3
O
go
-0
03
A
nJu
-0
br
A
b-
03
3
0
Fe
m illones de U SD
1 ,5 0 0
El incremento de las fuentes de liquidez
del sistema bancario se ha destinado a
crear reservas bancarias en el exterior.
BANCA PRIVADA – PARTICIPACIÓN DE LAS PRINCIPALES CUENTAS DEL
ACTIVO CON RESPECTO AL ACTIVO TOTAL
(en porcentajes)
F ech a s
D ic-0 1
D ic-0 2
D ic-0 3
D ic-0 4
D ic-0 5
C a rtera d e
C réd ito p o r v en cer
45%
47%
46%
49%
52%
A ctiv o s
E xtern o s
20%
20%
29%
28%
28%
Los altos niveles de liquidez de la banca...
•
Altos niveles de liquidez disponibles:
A c tiv o s líq u id e z / p a s iv o s e x ig ib le s
(d a to s s e m e s tra le s )
40%
3 9 .3 0 %
39%
3 8 .4 0 %
38%
37%
3 7 .2 0 %
3 6 .5 0 %
3 5 .6 0 %
36%
35%
34%
3 3 .1 0 %
33%
32%
31%
30%
J u n -0 3
•
D ic -0 3
J u n -0 4
D ic -0 4
J u n -0 5
D ic -0 5
...implican la existencia de un trade-off para las bancos, entre mantener
reservas en activos líquidos, o incrementar sus operaciones crediticias:
existirían restricciones en la colocación de créditos de mediano y largo
plazo. También existe preocupación por los efectos de dicho trade-off en
las tasas de interés y el spread bancario.
Implantación de regulaciones prudenciales
más estrictas a partir de la crisis financiera de
1999.... Basilea I
• Legislación ecuatoriana actual prohíbe la concesión de créditos
vinculados (art. 73 y 74 de la Ley General de Instituciones del
Sistema Financiero).
• Avances recientes por parte de la SBS para ampliar marco
regulatorio y de supervision en el Ecuador,
– Mayor exigencia en requerimiento de provisiones.
– Disposición de mayores controles en el riesgo de créditos de consumo.
– Cambio del Catálogo Unico de Cuentas, basado en un enfoque de
supervisión.
• Progresos en supervisión "basada en riesgos“; uso de información
proporcionada por “burós de crédito para calificación de créditos.
• Sin embargo, existe alta exposición de cartera comercial y consumo
a volatilidad de precios y shocks exógenos, sin que existan
mercados formales de seguros ante el riesgo de no pago.
Mecanismos adicionales para precautelar el
riesgo de liquidez
•
OPERACIONES DE RECICLAJE:
Emisión y colocación de Títulos del Banco Central del Ecuador:
TBCs, que captan recursos de entidades superavitarias y los
canalizan a entidades que requieran liquidez de corto plazo.
•
ENCAJE LEGAL:
Actualmente equivale al 4% de los depósitos y captaciones de las
IFIs y solo puede constituirse en efectivo.
Mecanismos adicionales para precautelar el
riesgo de liquidez
FONDO DE LIQUIDEZ:
En aplicación de normas de prudencia financiera, en junio de 2000, se creó el
fideicomiso mercantil irrevocable de inversión “Fondo de Liquidez”, como un
mecanismo alternativo de liquidez para el sistema.
Fuentes: aporte de las entidades financieras del 1% sobre los depósitos sujetos a encaje y de
los depósitos de igual naturaleza efectuadas en las entidades off-shore
Saldo actual : US$87.6 millones, más un aporte del Estado Ecuatoriano por US$ 70 millones
por única vez.
Administración: Junta Directiva que dicta las normas para el funcionamiento del mismo; el
BCE tiene a su cargo la Secretaría Técnica.
Operaciones: Para cubrir deficiencias de cámara de compensación,un día de plazo, pudiendo
renovarse hasta 60 veces en un año calendario; y créditos de liquidez, hasta por 60 días de
plazo en un año calendario, pudiendo renovarse por una vez dentro del mismo año.
Adicionalmente está facultado para realizar operaciones de permuta financiera, compra venta
de cartera o de otros títulos, y otras inversiones priorizando la liquidez, seguridad y
rentabilidad de las mismas.
Empero, el Fondo apenas cubre el riesgo de liquidez de los 7 de los bancos pequeños del
sistema y el 9% de los depósitos de los bancos más grandes.
Manejo del riesgo de liquidez.- Propuestas en
estudio para fortaler la red de seguridad del
sistema de pagos
•
Debilidad: La ley actual estipula que la posición de encaje de cada institución
financiera se establezca en base a un promedio semanal: entidades financieras
pueden registrar días con niveles de encaje inferiores al mínimo requerido, lo cual
contradice el objetivo de protección del sistema de pagos.
•
Propuesta:
–
Fijar un nivel diario de encaje local en recursos líquidos depositados en el BCE.
•
Debilidad: Si bien los bancos tienen un importante porcentaje de activos en la forma
de depósitos en el sistema financiero internacional, y estos son recursos líquidos que
constituyen un autoseguro de los bancos ante eventuales retiros de depósitos, el
hecho de que estén fuera del país reduce el grado de certidumbre de que dichas
reservas se usarán para resolver problemas de liquidez del sistema bancario cuando
los mismos surgan
•
Propuestas:
–
Fijar un encaje marginal difrenciado por riesgo de la entidad, depositado en bancos privados
del exterior calificados como idóneos por parte del BCE o en títulos de bajo riesgo y alta
liquidez, o en el mismo BCE bajo un esquema remunerado
Ultima instancia (1): Uso de la CEREPS
Crudo Pesado
Intereses
Tranferencias FEP y CEIREP
Total Ingresos
Distribución
Gasto Social (30%)
Carreteras, medio ambiente, R&D (15%)
Estabilización (FAC) 20%
Recompra (1)
Pública
Privada
Gastos del Tesoro
Ajustes de Gasto
Gasto Total
Jul-Dic. 2005
Proj. 2006
271
0
373
643
527
0
0
527
0
158
79
105
184
0
0
0
0
527
129
160
0
0
170
0
459
RESULTADO NETO(2)
185
0
(1) 35% puede destinarse operaciones de recompra de deuda o a la producción
(2) Este resultado neto debe transferirse al FAC al fin del ejercicio.
Ultima instancia (2):
RILD y Depósitos en el Banco Central
(Millones US$)
1,900
2,000
1,700
1,500
1,300
1,500
1,100
900
1,000
700
500
500
300
100
-100
Ja
nA 00
pr
-0
Ju 0
lO 00
ct
-0
Ja 0
nA 01
pr
-0
Ju 1
lO 01
ct
-0
Ja 1
nA 02
pr
-0
Ju 2
lO 02
ct
-0
Ja 2
nA 03
pr
-0
Ju 3
lO 03
ct
-0
Ja 3
nA 04
pr
-0
Ju 4
lO 04
ct
-0
Ja 4
nA 05
pr
-0
Ju 5
lO 05
ct
-0
Ja 5
n06
0
RILD
Gobierno Central
Información al 28 de febrero de 2006
IESS
Reservas Bancarias
GRACIAS
Descargar

El crédito bancario en el Ecuador