Unified Modeling Language
UML
Notações Básicas
Referência: UML Resource Center
Prof. Msc. Emerson Silas Dória
1
Introdução
A UML é uma linguagem gráfica para
visualização, especificação, construção e
documentação de artefatos que façam uso de
sistemas complexos de software.
Adequada para modelar: sistemas de
informação corporativos distribuídos;
aplicações baseadas em WEB; e até sistemas
complexos embutidos de tempo real.
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2
Modelo Conceitual da UML
Para compreender a UML é preciso
formar um modelo conceitual da
linguagem e isso pressupõe aprender
três elementos principais:
 Blocos de construção básicos
 Regras que determinam como esses blocos
poderão ser combinados
 Mecanismos comuns aplicados na UML
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3
Blocos de Construção
O vocabulário da UML abrange 3 tipos de
blocos de construção:



Itens;
Relacionamentos; e
Diagramas
Os itens são abstrações, os relacionamentos
reúnem esses itens; os diagramas agrupam
coleções interessantes de itens.
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4
Itens
Existem 4 tipos de itens na UML:




Itens Estruturais: partes mais estática do modelo
(substantivos)
Itens Comportamentais: partes dinâmica (verbos)
Itens de Agrupamento: partes organizacionais dos
modelos da UML (pacotes)
Itens de Anotações: partes explicativas dos
modelos da UML (notas)
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5
Itens
Itens Estruturais: partes mais estática
do modelo (substantivos)
Digitalizar
Window
+origin
#size
open()
close()
move()
display()
ISpelling
orderform.java
Retina
Cadeia de
Responsabilidade
Servidor
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Window
origin
size
6
Itens
Itens Comportamentais: partes
dinâmica (verbos) t:Thread
:Tookit
a1:run(3)
run()
<<create>>
p:Peer
handleExpose
Off
Idle
keepAlive/Check
onHook
Working
<<destroy>>
ready(3) [signalOK]
Connecting
offHook / reclaimConnection()
Connected
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7
Itens
Itens de Agrupamento: partes
organizacionais dos modelos da UML
(pacotes)
Business rules
Itens de Anotações: partes explicativas
dos modelos da UML (notas)
Consider the use
of the broker design
pattern here
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8
Relacionamentos
Existem 4 tipos de relacionamentos na
UML:

Dependência

Associação

Generalização

Realização
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9
Relacionamentos
Dependência: é um relacionamento semântico entre
dois itens, em que uma modificação em um item
poderá afetar a semântica de outro item
AgendaDeCursos
remover(c:Curso)
adicionar(c:Curso)
Dependência (Agenda de Cursos depende de Curso)
Curso
Quando excluir um
Curso, retirar da agenda.
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10
Relacionamentos
Associação: é um relacionamento estrutural que
especifica que os objetos de um item estão conectados
a objetos de um outro item. Existem quatro tipos
básicos de adornos a serem aplicados às associações
(nome, papel, multiplicidade, agregação).
nome
multiplicidade
Fornecedor
direção do nome
1
fornece
1..*
Produto
associação
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11
Relacionamentos
Associação
nome do papel
Pessoa
funcionário
empregador
Empresa
associação
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12
Composição: relacionamento
forte do tipo “é parte de “. A
composição entre um elemento
(o “todo”) e outros elementos (“as
partes”) indica que as partes só
podem pertencer ao “todo” e são
criadas e destruídas com ele.
Relacionamentos
Associação
Empresa
1
*
Departamento
composição
agregação (relacionamento tipo fraco)
Empresa
1
*
Departamento
todo
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parte
13
Relacionamentos
Associação: Existem outros tipos de adornos a serem
aplicados às associações (ex: classe de associação).
Empresa
1..*
*
Pessoa
Serviço
descrição
dtadmissão
salário
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14
Relacionamentos
Outro exemplo de classe de associação
Estudante
1..*
faz
0..*
Prova
data
nota
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15
Relacionamentos
Generalização: é um relacionamento de
especialização/generalização, nos quais os objetos
dos elementos especializados (filhos) são
substituíveis por objetos do elemento generalizado
(pais).
Ativos
adicionar(...)
remover(...)
Conta Corrente
Imóveis
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generalização
Seguridade
16
Relacionamentos
Realização: É um relacionamento semântico entre
classificadores, em que um classificador especifica
um contrato que outro classificador garante executar.
É utilizado: no contexto de interfaces e no contexto
de colaborações em casos de usos.
Detectar
Fraude Cartão
<<interface>>
IAgentedaRegra
AdicionarRegra()
AlterarRegra()
Cliente
Enviar Pedido
Crédito
Gerenciar
Pedido
RegrasDeContabilidade
ExplicarRegra()
Gerar
Conta
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Validar
Transação
17
Extensibilidade
A UML oferece três mecanismos para a
extensão da sintaxe e da semântica da
linguagem, são eles:

Estereótipos

Valores atribuídos

Restrições
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18
Extensibilidade
estereótipo
<<container>>
ActionQueue
{version=3.2}
add(a:Action)
remove(n: Integer)
<<query>>
valor atribuído
{add runs in O(1) time}
restrição
length():Integer
<<helper functions>>
reorder()
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19
Extensibilidade
Estereótipos
Um estereótipo é um mecanismo de extensão
introduzido pela UML, que permite que o usuário
estenda o meta-modelo para suprir necessidades que
não encontram-se definidas entre os elementos dos
diagramas.
A apresentação geral de um estereótipo é o nome do
estereótipo colocado entre os símbolos << >>.
Um estereótipo geralmente é aplicado a classes,
relacionamentos de dependência, atributos e operações.
Exemplo: <<abstract>> aplicado a uma classe indica
que a classe não pode ter objetos, é uma classe que
nunca deve ser instanciada.
20
Extensibilidade
Estereótipos - Exemplos
<<ator>>
Clientes
Clientes
adicionar(...)
remove(...)
adicionar(...)
remover(...)
Cliente
21
Extensibilidade
Estereótipos - Exemplos
{versão=3.2
autor= tec}
<<exceção>>
Overflow
Fila
adicionar( )
remover( )
{ordenado}
<<abstrato>>
Veículo
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22
Extensibilidade
Valores atribuídos
Valor atribuído: permite atribuir um tipo
particular de propriedade a um ou
vários blocos de construção.
{valor atribuído = valor}
Exemplo
 {valor > 100} = exemplo de
uma pré-condição para a
execução de um método
23
Extensibilidade
Valores atribuídos - Exemplos
{versão=3.2
autor= tec}
Fila
Servidor
adicionar( )
remover( )
{processadores = 3}
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24
Extensibilidade
Restrições
Restrição: é uma relação semântica entre
elementos do modelo. Especifica condições ou
proposições que devem ser mantidas verdadeiras
Uma restrição é mostrada como uma cadeia
entre chaves {}
Fila
{ordenado}
adicionar( )
remover( )
25
Extensibilidade
Restrições - Exemplos
Contrato de Seguros
0..*
1..*
Pessoa
{or}
1..*
Empresa
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26
Diagramas
Um diagrama é uma apresentação gráfica de
um conjunto de elementos com objetivo de
visualizar um sistema sob diferentes
perspectivas.

Diagrama de Classes

Diagrama de Estados

Diagrama de Objetos

Diagrama de Atividades

Diagrama de Casos de Uso  Diagrama de Componentes

Diagrama de Seqüência

Diagrama de Colaboração

Diagrama de Implantação
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27
Diagrama de Classes
Pedido
IncluirPedido(...)
AtenderPedido(...)
Cliente
+CódigoCliente
-LimiteCredito
Pessoa
{ou}
Empresa
1
*
ItensPedido
#quantidade
Produto
EmpresaCliente
IncluirItemPedido(...)
CalcularTotal(...)
Produto Automotivo
Produto Agrícola
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Produto Híbrido
28
Diagrama de Classes
A sintaxe padrão de um atributo é:
visibilidade nome : tipo = valor_inicial
{string de propriedade}

onde visibilidade é:
+ visibilidade pública
# visibilidade protegida
- visibilidade privada
Fatura
+ valor: Real
+ data: Date = data atual
+ cliente: String
- num_faturas: Integer = 0
+ status: String = nãopago
{nãopago, pago}
29
Diagrama de Classes
A sintaxe da operação é:
visibilidade nome (lista_parâmetros):
tipo_do_retorno {string de propriedade}

na qual lista_parâmetros é um lista de parâmetros
formais separados por vírgula, cada um
especificado segundo sintaxe: nome : tipo =
valor_padrão
Figura
+ desenhar ( )
+ escala (percentual:integer=25)
- pos_retorno( ):position
30
Exemplos
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31
Exemplos
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32
Diagramas
Um diagrama é uma apresentação gráfica de um
conjunto de elementos com objetivo de visualizar um
sistema sob diferentes perspectivas.

Diagrama de Classes

Diagrama de Estados

Diagrama de Objetos

Diagrama de Atividade

Diagrama de Casos de Uso  Diagrama de Componentes

Diagrama de Seqüência

Diagrama de Colaboração

Diagrama de Implantação
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33
Diagrama de Objetos
Autor
nome: String
idade: Integer
Computador
Usa 
0..1
1..*
nome: String
memória: Integer
Diagrama de
Classes
PC Profissional de
Bob: Computador
Bob: Autor
nome: “Bob J.”
idade: 32
nome: “Pent. III”
memória: 64
Diagrama de
Objetos
PC Doméstico de
Bob: Computador
nome: “Compaq
Pentium MMX”
memória: 32
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34
Diagrama de Objetos
c: Companhia
objeto
d1: Departamento
nome = "Vendas"
d2: Departamento
nome = "RH"
vinculo
valor do atributo
gerente
objeto anônimo
p:Pessoa
nome = "Eric"
cod = "4362"
cargo = "Chefe de
: Informações Adicionais
endereço = "Rua St. Inacio, 1472"
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35
Diagramas
Um diagrama é uma apresentação gráfica de um
conjunto de elementos com objetivo de visualizar um
sistema sob diferentes perspectivas.

Diagrama de Classes

Diagrama de Estados

Diagrama de Objetos

Diagrama de Atividade

Diagrama de Casos de Uso  Diagrama de Componentes

Diagrama de Seqüência

Diagrama de Colaboração

Diagrama de Implantação
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36
Diagrama de Casos de Uso
Associação
Nome do Sistema
Ator 1
Ator 2
Caso de
Uso A
Fronteira do
Sistema
Caso de
Uso B
Caso de
Uso C
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37
Diagrama de Casos de Uso
Casos de Uso podem ser organizados
pela especificação de relacionamentos
de:



Generalização
Inclusão <<include>>
Extensão <<extend>>
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38
Diagrama de Casos de Uso
Generalização entre Atores
Grupos gerais de atores especializados, utilizando
o relacionamento de generalização.
Cliente
Cliente
Comercial
Cliente
Industrial
Cliente Pessoa
Física
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39
Diagrama de Casos de Uso
Generalização entre Atores
Outra forma de representar a generalização.
Cliente
Cliente
Comercial
Cliente
Industrial
Cliente Pessoa
Física
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40
Diagrama de Casos de Uso
Generalização entre Casos de Uso
O caso de uso filho herda o comportamento e o
significado do caso de uso pai.
Validar
Usuário
Checar
Senha
Digitalizar
Retina
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41
Diagrama de Casos de Uso
Inclusão
Um relacionamento include de um caso de uso
A para um caso de uso B indica que uma
instância de A inclui o comportamento
especificado por B.
Esse tipo de associação é útil para evitar a
repetição de um fluxo de eventos várias vezes.
Essa associação é mostrada com um
relacionamento de dependência e acrescentando
o estereótipo << include>>.
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42
Diagrama de Casos de Uso
Exemplo de Inclusão
Sacar
Dinheiro
<<include>>
Validar
Usuário
Checar
Senha
Digitalizar
Retina
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43
Diagrama de Casos de Uso
Extensão
Um relacionamento extends de um caso de uso
A para um caso de uso B indica que uma
instância de B pode usar o comportamento
especificado por A.
É um tipo de associação usada para a
modelagem da parte de um caso de uso que é
opcional (não é obrigatório) para o sistema ou
uma parte do caso de uso que só é executada
sob determinadas condições.
Essa associação é mostrada com um
relacionamento de dependência e acrescentando
o estereótipo << extend>>.
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44
Diagrama de Casos de Uso
Exemplos de Extensão
Sacar Dinheiro
ponto de extensão
Informar
<<extend>> Saldo Insuficiente
<<include>>
Validar
Usuário
Cliente
Cadastrar
Cliente
<<extend>>
Checar
Senha
Digitalizar
Digital
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Cadastrar
Venda
45
Sistema de Validação de
Cartão de Crédito
Exemplos
Realizar transação com cartão
Instituição de
venda a varejo
Processa a conta do cliente
Cliente
Reconciliar as transações
Instituição financeira
patrocinadora
Cliente Individual
Cliente Juridico
Gerenciar a conta do cliente
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46
Exemplos
Telefone Celular
<<extend>>
Fazer ligação
Fazer ligação de conf erencia
<<extend>>
Rede Celular
Receber ligação
Usuário
Receber ligação adicional
Uso programado
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47
Exemplos
Estabelecer Limites
Atualizar Contas
Sistema de
Contabilidade
Gerente Comercial
<<include>>
Analisar Riscos
<<include>>
Avaliar Negócio
Analista Comercial
Fechar Preço
Registrar Negócio
Vendedor
Negócio com Limites Excedidos
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48
Diagramas
Um diagrama é uma apresentação gráfica de um
conjunto de elementos com objetivo de visualizar um
sistema sob diferentes perspectivas.

Diagrama de Classes

Diagrama de Estados

Diagrama de Objetos

Diagrama de Atividade

Diagrama de Casos de Uso

Diagrama de Componentes

Diagrama de Seqüência

Diagrama de Implantação

Diagrama de Colaboração
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49
Diagramas de Interação
Um DI mostra uma interação formada por
um conjunto de objetos e seus
relacionamentos, incluindo mensagens que
podem ser trocadas entre eles;
Um Diagrama de Seqüência é um DI que dá
ênfase à ordenação temporal das mensagens;
Um Diagrama de Colaboração é um DI que
dá ênfase à organização estrutural dos
objetos que enviam e recebem mensagens;
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50
Diagramas de Interação
Os Diagramas de Seqüências têm duas
características que os diferenciam dos
diagramas de colaboração:


Existe linha de vida do objeto
Existe o foco de controle
Os Diagramas de Colaboração têm duas
características que os diferenciam dos
diagramas de seqüência:


Existe o caminho
Existe o número de seqüência
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51
Diagrama de Seqüência
Ilustra a ordenação temporal das mensagens
objetos
c:Client
p:ODBCProxy
<<create>>
tempo
:Transaction
setActions(a,b,o)
linha de vida
setValues(d,3.4)
setValues(a, “CO”)
committed
<<destroy>>
X
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foco de controle
52
Diagrama de Seqüência
Tipos de Mensagens
Simples = não descreve detalhes da mensagem
por não ser importante neste momento ou por não
se saber os pormenores da comunicação.
Síncrona = mensagem para chamada de operação,
a próxima mensagem só é executada quando esta
for concluída.
Assíncrona = serve para envio de mensagem sem
nenhuma espera, ou seja, a próxima mensagem
pode ser executada antes que esta termine.
Simples
Síncrona
Assíncrona
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53
Diagrama de Seqüência
c:Cliente
p: Assistente de
Planejamento
:Agente
Viagem
<<create>>
definir_Itinerário(i)
estabelecer_rota( )
rota
<<destroy>>
X
notificar( )
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54
Diagramas
Um diagrama é uma apresentação gráfica de um
conjunto de elementos com objetivo de visualizar um
sistema sob diferentes perspectivas.

Diagrama de Classes

Diagrama de Estados

Diagrama de Objetos

Diagrama de Atividade

Diagrama de Casos de Uso

Diagrama de Componentes

Diagrama de Seqüência

Diagrama de Implantação

Diagrama de Colaboração
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55
Diagrama de Colaboração
Ilustra organização estrutural dos objetos que enviam
e recebem mensagens
t:obter_total( )
:Venda
1*:[para cada]iv:next( )
2:st:=obter_subtotal( )
ordem da
mensagem
iv:ItemVenda
iv:ItemVenda
2.1:p:=obter_preço( )
:Especificação
Produto
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56
Diagrama de Colaboração
Sintaxe da Mensagem
número_seqüência{[pré-condição] *
[iteração]:valor_retorno:=}assinatura





número_seqüência: ordem na qual a mensagem
será executada.
pré-condição: pré-condição para a execução do
método.
iteração: execução iterativa da mensagem
ex.: 1.1*[x=1..10]:façaAlgo()
valor_retorno: variável que receberá o valor
retornado pela mensagem
assinatura: chamada do método com os seus
devidos argumentos
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57
Diagrama de Colaboração
Objetos criados durante a execução podem
ser designados pelo estereótipo << new >>
Objetos destruídos durante a execução podem
ser designados por << destroyed >>
Objetos criados e destruídos durante a
execução podem ser designados por
<< transient >>
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58
Diagrama de Colaboração
Existem algumas ações padrão em UML:
Call = Invoca uma operação em um objetos, o
objeto poderá enviar uma mensagem a si mesmo,
resultando em uma chamada local de uma
operação
Return= Retorna um valor para quem o solicitou
Send= Envia um sinal para um objeto
Create= Cria um objeto
Destroy= Destrói um objeto, o objetos poderá se
destruir.
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59
Diagramas
Um diagrama é uma apresentação gráfica de um
conjunto de elementos com objetivo de visualizar um
sistema sob diferentes perspectivas.

Diagrama de Classes

Diagrama de Estados

Diagrama de Objetos

Diagrama de Atividade

Diagrama de Casos de Uso

Diagrama de Componentes

Diagrama de Seqüência

Diagrama de Implantação

Diagrama de Colaboração
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60
Diagrama de Estados
Um diagrama de estado representa o ciclo de vida de
um objeto. Para isso ele mostra os estados que um
objeto pode ter, como os eventos afetam estes estados
e como o objeto reage a estes eventos.
Um estado é uma condição ou situação na vida de um
objeto durante a qual ele: satisfaz alguma condição,
executa alguma atividade ou espera algum evento.
Um evento é uma especificação de uma ocorrência
significativa que tem uma localização no tempo e no
espaço. No contexto de DE é uma ocorrência de um
estímulo capaz de ativar uma transição de estados.
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61
Diagrama de Estados
Uma transição é um relacionamento entre dois
estados, indicando que um objeto no primeiro estado
realizará certas ações e entrará no segundo estado
quando um evento especificado ocorrer e as condições
especificadas estiverem satisfeitas.
Uma atividade é uma execução não-atômica em
andamento em uma máquina de estados.
Uma ação é uma computação atômica executável que
resulta e uma alteração do estado do modelo ou no
retorno de um valor.
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62
Diagrama de Estados
A sintaxe do rótulo de uma transição é:
EventoDeAtivação(Parâmetros)[CondiçãoDeProteção]/Ação


EventoDeAtivação: O evento cuja recepção pelo objeto no
estado de origem faz com que a transição possa ser
escolhida para ser ativada, desde de que a
CondiçãoDeProteção seja satisfeita;
Ação: Uma computação atômica executável que poderá
agir diretamente no objeto ao qual a máquina pertence e
indiretamente em outros objetos que são visíveis ao objeto.
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63
Diagrama de Estados
Um estado pode ser refinado em subestados
concorrentes (ortogonais) usando
relacionamentos ou em subestados seqüenciais
(disjuntos mutuamente exclusivos) usando
relacionamentos.
Um dado estado pode ser refinado em apenas
uma das duas formas. Estes subestados
podem ser novamente refinados, de uma
forma ou de outra.
64
Diagrama de Estados
Exemplo – Subestados seqüenciais
subestado seqüencial
transição para/de
estado composto
estado composto
cardInserted
Active
Idle
cancel
maintain
Validating
[continue]
Selecting
Processing
[not continue]
Maintenance
entry / readCard
exit / ejectCard
Printing
transição de
subestado
65
Diagrama de Estados
Exemplo – Subestados concorrentes
bifurcação
Maintenance
cardInserted
Idle
cancel
Testing
Self
Diagnosis
Testing
Devices
Commanding
[continue]
Command
Waiting
união
subestados
concorrentes
keyPress
[not continue]
66
Diagrama de Estados
Modelando uma classe: item bibliográfico
create
Criado
selecionar_IB
procurar_item
alterar_IB
inserir_item_completo
inserir_item_incompleto
destruir
Excluído
Inserido
excluir_IB
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67
Diagrama de Estados
Exemplos
entrarItem
Esperando por Venda
entrarItem
Entrando Itens
registrarPagamentocom
Dinheiro
tratarResposta
registrar
Pagamentocom
CartãodeCrédito
Autorizando Pagamento
terminarVenda
Esperando por Pagamento
registrarPagamentocomCheque
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68
Diagramas
Um diagrama é uma apresentação gráfica de um
conjunto de elementos com objetivo de visualizar um
sistema sob diferentes perspectivas.

Diagrama de Classes

Diagrama de Estados

Diagrama de Objetos

Diagrama de Atividade

Diagrama de Casos de Uso

Diagrama de Componentes

Diagrama de Seqüência

Diagrama de Implantação

Diagrama de Colaboração
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69
Diagrama de Atividade
Um DA é um caso especial de uma máquina de
estados, em que todos ou a maioria dos estados são
estados de atividades e em que todas ou a maioria das
transições são ativadas pela conclusão de atividades no
estado de origem:


Estado de Atividade: Execução de atividade com evento
implícito na sua terminação para ativar a transição de saída;
Estado
de
Espera/Ação:
Computações
atômicas
executáveis, pode ocorrer evento externo mas o trabalho não
é interrompido.
Enquanto um DI observa os objetos que trocam
mensagens, um DA observa as operações passadas
entre os objetos;
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70
Diagrama de Atividade
Um DA representa o estado de execução do
método, ou seja, o estado do objeto que
executa o método, em contrapartida aos DI.
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71
Diagrama de Atividade
selecionar local
estado de ação
contratar arquiteto
estado inicial
desenvolver plano
orçar plano
ramificação seqüencial
bifurcação concorrente
fazer trabalho local
[rejeitado]
[senão]
fazer trabalho em outros setores
união concorrente
concluir construção
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estado final
72
C lie nte
V e nd a s
E s to q ue
s o licita r p ro d uto
p ro c e s s a r p e d id o
s e p a ra r m a te ria is
Raia de
natação
e nv ia r p e d id o
re c e b e r p e d id o
c o b ra r c lie nte
p a g a r c o b ra nç a
fe c ha r p e d id o
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73
Diagramas
Um diagrama é uma apresentação gráfica de um
conjunto de elementos com objetivo de visualizar um
sistema sob diferentes perspectivas.

Diagrama de Classes

Diagrama de Estados

Diagrama de Objetos

Diagrama de Atividade

Diagrama de Casos de Uso

Diagrama de Componentes

Diagrama de Seqüência

Diagrama de Implantação

Diagrama de Colaboração
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74
Diagrama de Componentes
Os Diagramas de Componentes são um dos dois tipos
de diagramas disponíveis para a modelagem de
aspectos físicos de sistemas orientados a objetos
(modelagem arquitetural), ele mostra a organização
e as dependências existentes entre um conjunto de
componentes.
São empregados para a modelagem da visão estática
de implementação do sistema, que envolve a
modelagem de itens físicos que residem em um nó,
como executáveis, bibliotecas, tabelas, arquivos e
documentos.
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75
Diagrama de Componentes
Um componente é uma parte física do sistema.
Muitas vezes um componente mostra um arquivo
específico do sistema.
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76
Diagrama de Componentes
Usos Comuns - Código-fonte do Sistema
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77
Diagrama de Componentes
Usos Comuns – Versão Executável
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78
Diagramas
Um diagrama é uma apresentação gráfica de um
conjunto de elementos com objetivo de visualizar um
sistema sob diferentes perspectivas.

Diagrama de Classes

Diagrama de Estados

Diagrama de Objetos

Diagrama de Atividade

Diagrama de Casos de Uso  Diagrama de Componentes

Diagrama de Seqüência

Diagrama de Colaboração

Diagrama de Implantação
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Diagrama de Implantação
Os Diagramas de Implantação são um dos dois tipos
de diagramas disponíveis para a modelagem de
aspectos físicos de sistemas orientados a objetos
(modelagem arquitetural), ele mostra a configuração
dos nós de processamento em tempo de execução e
os componentes que nele existem.
Eles são empregados para a modelagem da visão
estática da implantação do sistema. Na maior parte,
isso envolve a modelagem da topologia do hardware
em que o sistema é executado.
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Diagrama de Implantação
servers
clients
2..*
console
kiosk
<<processor>>
caching server
Deploys
http.exe
rting.exe
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4..*
<<processor>>
server
Deploys
dbadimin.exe
logexe.exe
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Diagramas
Um diagrama é uma apresentação gráfica de um
conjunto de elementos com objetivo de visualizar um
sistema sob diferentes perspectivas.

Diagrama de Classes

Diagrama de Estados

Diagrama de Objetos

Diagrama de Atividade

Diagrama de Casos de Uso  Diagrama de Componentes

Diagrama de Seqüência

Diagrama de Colaboração

Diagrama de Implantação
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Bibliografia
Booch, Grady; Rumbaugh, James. UML – Guia do Usuário; Rio
de Janeiro, Campus, 2000.
Furlan, José Davi. Modelagem de Objetos através da UML; São
Paulo, Makron Books, 1998.
Larman, Graig; Utilizando UML e Padrões; Porto Alegre,
Bookman, 2000.
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