Avaliação e Qualidade
dos Recursos Electrónicos
Dra. Maria Pinto
Universidade de Granada
Qualidade e Avaliação dos Recursos Educativos na Internet. CRIE. Lisboa. 2005
Maria Pinto
Economia do Conhecimento
• Paradigma emergente: o conhecimento considera-se
o recurso chave de uma organização
• A nova fonte de riqueza é, e será, o saber e o
conhecimento humano, individual e colectivo
• Desenvolve-se a organização inteligente, baseada
em “sistemas que aprendem”
• A criação de novos ambientes de aprendizagem e o
acesso eficaz às fontes virtuais de saber demandam
uma atenção especial à produção e utilização de
conteúdos digitais
• A inovação será uma boa estratégia de mudança
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Socialização do Conhecimento
•
O ensino tradicional dá lugar a um ensino virtual
e a uma grande infraestrutura de aprendizagem global,
onde milhares de estudantes interactuam numa ampla
rede de provedores integrados por instituições
educativas e profissionais
•
A socialização do conhecimento terá como
resultado o facto de que será tão importante encontrar
informação como validar esta mesma informação e
utilizá-la.
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Algumas Reflexões
• O impacto das tecnologias de informação
e comunicação, a gestão do conhecimento e
a tendência para a globalização são
elementos que necessitam de um contexto
educativo distinto.
• O novo modelo educativo, centrado na
alfabetização digital, deve integrar as
tecnologias de informação, comunicação e a
aprendizagem e-learning.
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O Contexto Europeu
• A economia europeia, apoiada na sociedade de
conhecimento, será dinâmica e competitiva e
garantirá um crescimento económico sustentado e
uma maior coesão social.
• Desta forma, fomenta-se tanto a promoção do
conhecimento como a inovação dos sistemas
educativos.
• Trata-se de levar os cidadãos a adquirir
competências genéricas de uso das TIC e de apostar
na sua aplicação para inovar e melhorar os
processos de aprendizagem.
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Conceitos Emergentes
• Gestão de Qualidade Total
• Avaliação dos serviços
• Satisfação do usuário e dos grupos de
interesse
• Melhora para a qualidade
Em definitivo, a avaliação, a qualidade
e a inovação são elementos básicos
para este novo milénio
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Qualidade da Informacão
• A qualidade é o conjunto de atributos, características e
propriedades de um produto ou serviço.
• A qualidade já não é só uma meta, mas um requisito
mínimo para a subsistência.
• A informação é a matéria prima para os processos de
aprendizagem e aquisição de conhecimento
• A capacidade de seleccionar informação de qualidade
determinará o êxito do indivíduo neste novo contexto da
sociedade do conhecimento.
• A qualidade da informação de um recurso será
determinada pela sua capacidade de satisfazer as
necessidades de informacão da pessoa que o usa.
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Dimensões da Qualidade da
Informação
QUALIDADE INTRINSECA
Refere-se à qualidade da informação em si, ao seu
valor objectivo. Consideram-se os seguintes
aspectos:
rigor científico
integridade
objectividade
precisão
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Dimensões da Qualidade da
Informação
QUALIDADE CONTEXTUAL
Está relacionada com o contexto em que se acede à informação e com
a adequação às necessidades do sistema e do usuário.
– Relevância: dimensão de avaliação subjectiva condicionada pelo
tipo de utilizador.
– Valor acrescentado.
– Actualidade da informação
– Quantidade de informação proporcionada
– Utilidade
– Adequação ao usuário.
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Dimensões da Qualidade da
Informação
QUALIDADE REPRESENTACIONAL
Refere-se à estrutura e aos restantes aspectos técnicos:
– Tipo de formato
– Claridade
– Concisão
– Compatibilidade
– Design
– Flexibilidade
QUALIDADE DO ACESSO
Consideram-se os seguintes aspectos, referentes ao acesso à
informação:
Tempo de espera
Navegação
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Os novos Recursos Electrónicos
•
A criação de novos ambientes de aprendizagem e o
acesso eficaz às fontes digitais exigem uma atenção especial
no uso e produção dos conteúdos e instrumentos multimédia.
•
Estimular o mercado das entidades públicas na criação de
novos materiais que viabilizem e enriqueçam o uso formativo
das TIC é um objectivo europeu
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Avaliar Recursos Electrónicos
•
É necessário abordar a qualidade e a
acessiblidade das TIC com fins pedagógicos e de
aprendizagem.
•
Deve apostar-se na inovação, na avaliação e
formação como elementos estructurais de uma
intervenção tecnológica que contribua para a
informação enquanto factor de desenvolvimento e
melhoria das práticas educativas
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Necessidade de avaliar Recursos Electrónicos
• A maior parte da informação criada hoje em dia é
produzida sobre a forma de recurso electrónico.
• O crescimento exponencial de tais recursos exige
a criação de um sistema de filtração que retenha
apenas aqueles que garantem um nível mínimo de
qualidade.
• Qualquer sistema de avaliação contribui
significativamente para este efeito.
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Necessidade de Avaliar
• O aumento da quantidade materiais pedagógicos
em suporte informático leva-nos a reflectir acerca da
qualidade técnica e pedagógica desses materiais,
assim como acerca das suas condições de uso.
• A melhoria de aprendizagem encontra-se
significativamente relacionada com as características
dos recursos educativos utilizados e seus níveis de
qualidade.
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A Avaliação é um Valor Social
• Tem algumas características
– PUBLICIDADE, no sentido de difundir os
dados seleccionados
– DIÁLOGO com os usuários
– AUTONOMIA dos agentes
– DEMOCRATIZAÇÃO da avaliação dos
especialistas
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Valores
Sociais e Institucionais que inspirem
Critérios de Avaliação
•
•
•
•
•
•
•
SOCIAIS
Equidade
Eficácia
Conservação
Excelência
Cidadania
Liberdade
Legitimidade
INSTITUCIONAIS
• Missão
Função principal da institução
• Objectivos
Resultados desejados
• Prioridades
Classificação de preferências
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Porquê Avaliar
• crescimento exponencial de recursos electrónicos
educativos
• ausência de práticas regulares de avaliação
• exigência de avaliação e certificação dos recursos
educativos
• preocupações quanto à qualidade pedagógica de
muitos recursos
• necessidade de credibilidade académica, científica e
comercial
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Instrumentos de Avaliação
• É necessário conhecer as características que
definem a qualidade dos recursos
electrónicos para poder avaliá-los e utilizá-los
• Neste sentido, empregam-se alguns
métodos:
-
Lista de verificação e controlo
Opinião do usuário
Opinião do especialista
Supervisão e controlos prévios
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Métodos de Avaliação
• BASEADO NO ESPECIALISTA: guias, análises de
conteúdo AGÊNCIAS DE AVALIAÇÃO: bibliotecas
digitais, listas de verificação e controlo
• CENTRADO NO DESIGN: “painel de especialistas”,
entrevistas e inquéritos, utilização em contexto
• CENTRADO NO USUÁRIO: listas de verificação e
controlo, mostras de observação…
• A TENDÊNCIA ACTUAL É QUE PARA CADA
MOMENTO EXISTA UM TIPO DE AVALIAÇÃO
APROPRIADA, AINDA QUE SE TENDA PARA
MODELOS MISTOS
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Porquê Certificar
• Para identificar os produtos educativos de qualidade
e de reconhecido valor segundo determinadas
dimensões de análise
• Para orientar o professor na selecção de recursos
electrónicos de apoio à aprendizagem.
• Para establecer selos de qualidade, que deverão ser,
posteriormente, uma referência para as instituições
educativas
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A nossa experiência como avaliadora
BIBLIOTECAS E CENTROS DE DOCUMENTAÇÃO
SERVIÇOS UNIVERSITÁRIOS
SÍTIOS VIRTUAIS ACADÉMICOS
RECURSOS ELECTRÓNICOS
PROJECTOS EDUCATIVOS
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Modelos de Avaliação Empregues
SOSIG Internet Catalogue, 2004
ALEXANDER & TATE, 2003
URFIST, 2002
CHAO, 2001
SMALL&ARNONE, 1999 (WebMAC)
DESIRE, Project, 1998
NIELSEN, J. 1997
SMITH, A. G, 1997
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Modelos de Avaliação Empregues
STUFFLEBEAN, D. 2001-05 (Michigan University)
ELAR (Electronic Learning Assessment Resource),
California Learning Resource Network
Guía TEEM, 2005
Guía SACAUSEF, 2005
KEC (Key Evaluation Checklist) Scriven, 2005
Columbia University Electronic Resources, 2004
Interactive Content Development Guide (Canadá) 2004
U-FE (Utilization-Focused ), Patton, 2002
Guía RIP (Francia) 1999
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VISIWEB
Avaliação de Sítios Virtuais Académicos
• Projecto financiado pelo Ministério de Educação e
Ciência
http://wwwn.mec.es/univ/html/informes/estudios_analisis/resulta
dos_2003/EA2003-0012/VISIWEB.pdf
•
•
•
•
•
•
•
Participaram especialistas de 5 universidades
Método de avaliação por especialistas
Design de checklists: literatura em uso
Análise individual/colectiva
Análise transversal
Elaboração de relatório de síntese avaliado
Proposta de recomendações
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Critérios de
Avaliação
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Autoridade
Actualização
Conteúdo
Estrutura
Acessibilidade
Navegabilidade
Funcionalidade
Interacção
Design
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CRITÉRIO
Autoridade
INDICADORES
• Reconhecimento social do autor
• Declaração de princípios e
propósito do sítio virtual
• Competência no domínio
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CRITÉRIO
Actualização
INDICADORES
• Grau de actualização
• Actualidade da informação
• Existência de links obsoletos
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CRITÉRIO
Conteúdo
INDICADORES
•
•
•
•
Exaustividade
Consistência
Pertinência
Objectividade
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CRITÉRIO
Estrutura
INDICADORES
• Claridade conceptual
• Presença de elementos descritivos e
identificativos
• Consistência organizativa
• Hierarquização da informação
• Identificação das novidades
• Serviços de valor acrescentado
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CRITÉRIO
Acessibilidade
INDICADORES
• Design compatível com diferentes
navegadores e resoluções de ecrã
• Versões alternativas de visualização
• Cumprimento da normativa WAI
• Ajuda para a navegação e
compreensão de conteúdos
• Versões em outras línguas
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CRITÉRIO
Navegabilidade
INDICADORES
• Visibilidade de menu de conteúdos
• Existência de mapa do sítio
• Permeabilidade interna (existência de
links internos)
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CRITÉRIO
Funcionalidade
INDICADORES
• Pertinência dos títulos e adequação entre estes
e as secções a que correspondem
• Sistema próprio de busca de conteúdos
• Velocidade de descarga das várias páginas
• Existência de mapa com links
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CRITÉRIO
Interacção
INDICADORES
• Existência de correio de sugestões
• Existência de inquérito para o usuário
sobre o sítio virtual
• Alusão ao tempo de resposta às
perguntas do usuário
• Sistema de ajuda para o usuário
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CRITÉRIO
Design
INDICADORES
• Homogeneidade visual entre páginas
• Simplicidade de design
• Tipografia textual adequada (estilos e
formatos)
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Pautas para a análise dos dados
Avaliação prévia da importância relativa de cada critério
• Atribuição de valor às respostas: 1 (nada), 2 (pouco), 3 (bastante) e
4 (muito)
• Para cada critério calculamos o valor em percentagem sobre o
máximo possível
• Atribui-se uma pontuação a cada critério segundo a seguinte escala
de equivalências:
Percentagem
Pontuação
Entre 0-19
1 Não aceitável
2
Regular
3
Aceitável
Entre 20-39
Entre 40-59
Entre 60-79
Entre 80-100
4
5
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Boa
Muito boa
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PLANTILLA DE EVALUACION DE UN SITIO WEB
1 2 3 4
1 No 2 Poco 3 Bastante 4 Mucho
1 2 3 4
Autoridad 10%
Navegabilidad 10%
Reconocimiento social autoria
Declaracion de principios y propositos del sitio web
Evaluacion externa
Visibilidad del menu de contenidos
Existencia del mapa del sitio
Permeabilidad interna
Valoracion
Valoracion
Actualizacion 5%
Diseño 10%
Grado de actualizacion
Actualidad de la informacion
Existencia de enlaces obsoletos
Homogeneidad visual entre paginas
Sencillez de diseño
Tipologia textual adecuada
Valoracion
Valoracion
Contenido 30%
Funcionalidad 10%
Exhaustividad
Consistencia
Pertinencia
Objetividad
Pertinencia y adecuacion de titulos
Sistema propio de busqueda de contenidos
Velocidad de carga
Existencia de mapas con enlaces
Valoracion
Valoracion
Estructura 10%
Claridad estructural
Presencia de elementos descriptivos e identificativos
Consistencia organizativa
Jerarquizacion de la informacion
Identificacion de las novedades
Servicios de valor añadido
Interaccion 5%
Existencia de buzon de sugerencias
Encuestas de satisfaccion del usuario
Tiempo de respuesta a las preguntas
Sistema de ayuda al usuario
Valoracion
Accesibilidad 10%
Valoracion
Valoracion TOTAL
Diseño compatible con diferentes versiones
Versiones alternativas de visualizacion
Cumplimiento normativa WAI
Ayuda navegacion y comprension
Versiones otras lenguas
Valoracion
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• Projecto financiado pela Direcção Geral
de Universidades, 2000-05
• Domínio temático: análise e tratamento
de informação
Objectivos
– Directório avaliado de recursos digitais
– Repositório documental
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• Metas
– Ser uma guia de recursos digitais
avaliados para a aprendizagem
– Orientar os usuários de Internet na eleição
dos recursos de qualidade produzidos nos
últimos vinte anos
– Ser uma ferramenta para profissionais,
com vocação de subject gateway
especializado
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• Metodologia
Avaliação mista: especialistas/alunos
– Selecção de recursos
– Categorização
– Avaliação e ponderação
– Recomendação
– Revisão/Actualização
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• Design da lista de verificação
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Definição do conteúdo do domínio e tipos de recursos
Revisão da investigação relevante e uso da experiência
Elaboração de uma lista candidata de aspectos a avaliar
Definição breve de cada aspecto
Definição dos critérios
Design da versão inicial da checklist e ponderação
Implicação dos alunos na revisão e crítica da lista
Listagem dos aspectos que necessitam atenção
Revisão do conteúdo da checklist
Validação da checklist
Aplicação da checklist
Revisão e melhoria em intervalos apropriados
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•
•
•
•
Processo de avaliação
Análise individual
(especialistas)/colectiva
Análise individual alunos/contraste e
validação
Elaboração de relatório de síntese com
avaliação
Proposta de recomendação
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CIBERABSTRACTS: Critérios
• DIMENSÕES
– Identificação
– Autoridade (QUEM)
– Conteúdos (QUÊ)
– Pedagógicos (POR QUÊ)
– Técnicos (COMO)
– Funcionais (PARA QUÊ)
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CIBERABSTRACTS: Critérios
AUTORIDADE QUEM
(30%)
Credibilidade e licença
Informação de contacto (organismo e afiliação)
Identificação e credibilidade da fuente
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CIBERABSTRACTS: Critérios
Identificação
Título do recurso
Fonte (data)
URL
Tipo de recurso
Categoria
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CIBERABSTRACTS: Critérios
CONTEÚDOS O QUÊ (40%)
Organização (categorização, estrutura,
coerência)
Pertinência
Adequação dos conteúdos
Aspectos pedagógicos
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CIBERABSTRACTS: Critérios
Pedagógicos POR QUÊ
Motivação e interesse
Potencialidade pedagógica
Relevância para a aprendizagem
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CIBERABSTRACTS: Critérios
CRITÉRIOS TÉCNICOS COMO (15%)
Actualização
Actualidade
Modalidade de acesso (links, ergonomia,
interactividade…)
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CIBERABSTRACTS: Critérios
ACESSIBILIDADE COMO (15%)
Facilidade para descarregar e imprimir.
Disponibilidade
Visualização/legibilidade/idioma
Capacidade de navegação
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CIBERABSTRACTS: Critérios
Funcionalidade PARA QUÊ
Destinatários
Conhecimento prévio
Finalidade do recurso
Opções de formação
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Ciberabstracts
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Software
Este recurso se valoró con 5 estrellas
• Excelente: autoría, contenido y accesibilidad
• Bueno: actualización
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Software
Se valoró globalmente con 3 estrellas:
• Muy bueno: actualización
• Bueno: autoría, contenido, accesibilidad
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Artículo
Se valoró globalmente con 4 estrellas:
• Excelente: accesibilidad
• Muy bueno: contenido
• Bueno: autoría, actualización
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Pagina web
Se valoró globalmente con 4 estrellas:
• Muy bueno: contenido, accesibilidad, actualización
• Bueno: autoría
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Portales
educativos
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Portales Educativos
•
•
•
Sítios virtuais de instituções académicas ou pessoal académico que
oferecem diversos serviços aos membros da comunidade científica:
informação, conteúdos, instrumentos para a busca de dados, recursos
didácticos, formação, ferramentas para a comunicação
A nossa experiência centrou-se no disign e desenvolvimento de portais
sobre alfabetização digital, com a finalidade de auxiliar o aluno a
adquirir habilidades e competências em gestão, tratamento, avaliação
e utilização de informação.
Os nossos sítios:
– E-COMS: http://www.mariapinto.es/e-coms
– IMATEC: http://www.mariapinto.es/imatec
– ALFIN-eees: http://www.mariapinto.es/alfineees
– ALFAMEDIA (en desenvolvimento)
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Portal e-COMS
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Objetivos específicos
Ser un portal formativo e informativo de referencia para
los estudiantes del área de biblioteconomía y documentación,
de psicopedagogía, …
Portal accesible para cualquier estudiante con discapacidad
(normativa WAI)
Se propone favorecer el conocimiento, las habilidades y
competencias en el manejo, análisis, filtración, organización
de la información, evaluación de la calidad, iniciación a la
investigación…, apostando por el desarrollo de entre otras,
estas competencias:
- Tecnológica
- Documental
- Procedimental
- Investigadora
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Contexto
• Adecuarse a la filosofía de integración del sistema
universitario español
superior
en el espacio europeo de enseñanza
• Cumplir con los objetivos del Programa e-Europe 2005
• Diseñar un recurso pedagógico amigable, riguroso y útil,
que proporcione a los alumnos un catálogo de habilidades y
destrezas para la gestión, análisis y evaluación de los
contenidos electrónicos, usando ejemplos, tutoriales y
recursos digitales
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Propiedades
• Portal intuitivo y fácil de usar accesible según
normativa WAI
• Lenguaje web, estructurado en categorías claves y
enlaces, para favorecer la navegación.
• Estrategias para la selección, análisis, categorización y
sistematización de los recursos.
• Se incluyen los mejores recursos web educativos para
fomentar las aptitudes, habilidades y destrezas de los
estudiantes.
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• Avaliação dos dossiers electrónicos
• Avaliação de recursos, tais como revistas,
dicionários, software...
• Utilizamos os siguintes critérios:
– Conteúdo
– Actualização/actualidade
– Autoridade
– Acessibilidade
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Ejemplos de dossier electrónico
Se presenta bajo la forma de una referencia electrónica
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Ejemplos de recursos
Se recoge el título y resumen de los contenidos
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Objectivos
•
•
•
•
•
•
•
Construir um portal interactivo para aprender a aprender.
Proporcionar un espaço virtual de apoio al aprendizagem.
Ajudar os estudiantes no desenvolvimento da capacidade de
análise e síntese.
Oferecer técnicas básicas para a busca, recuperação e avaliação
da informação: aprender a fazer.
Ensinar a apresentar e organizar a informação.
Promover uma atitude de aprendizagem permanente e o trabalho
em equipa.
Oferecer
recursos
avaliados
de
qualidade
para
a
autoaprendizagem
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6 competencias genéricas
4
APRENDER A GENERAR
CONOCIMIENTO
INNOVACIÓN Y CREATIVIDAD
2
APRENDER A BUSCAR Y
EVALUAR LA INFORMACIÓN
HABILIDADES DE INVESTIGACIÓN
APRENDER A BUSCAR
GESTIÓN DE PROYECTOS
APRENDER A EVALUAR
3
5
APRENDER A ANALIZAR Y
SINTETIZAR
APRENDER A TRABAJAR
JUNTOS
ÉTICA
APRENDER A ANALIZAR
APRENDER A TRABAJAR EN
EQUIPO
LEER PARA APRENDER
APRENDER A TOMAR DECISIONES
APRENDER A SEGMENTAR
APRENDER A SINTETIZAR
APRENDER A ESQUEMATIZAR
6
USAR LA TECNOLOGÍA
PARA APRENDER
SISTEMAS OPERATIVOS
APRENDER A RESUMIR
1
APRENDER A APRENDER
APRENDER A COMUNICAR
CAPACIDAD PARA APRENDER
APRENDER A ESCRIBIR
APLICACIONES OFIMÁTICAS
HERRAMIENTAS DE
COMUNICACIÓN
APRENDER A CITAR
APRENDIZAJE AUTÓNOMO
APRENDER A PRESENTAR
ENTORNOS DE APRENDIZAJE
Considerações finais
•
As instâncias institucionais devem promover a
construção e desenvolvimento de produtos e recursos digitais
de qualidade.
•
Há que instigar a reflexão social e a implicação de
todos os agentes implicados nos processos de avaliação dos
produtos educativos digitais.
•
Devem estabelecer-se critérios, indicadores claros,
rigorosos e adequados para assegurar que os produtos tenham
um nível mínimo de qualidade que legitime o seu uso.
•
Há que consciencializar a comunidade educativa da
conveniência de certificar os recursos digitais.
•
Deve apostar-se na melhoria contínua da qualidade
dos novos modos de formação e aprendizagem.
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Obrigada
Maria Pinto
[email protected]
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