Acompanhamento do progresso de
projetos




Você entende meu problema e minhas
necessidades?
Você pode projetar um sistema que resolverá meu
problema ou satisfará minhas necessidades?
Quanto tempo você levará para desenvolver meu
sistema?
Quanto irá custar o desenvolvimento desse
sistema?
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Cronograma de projetos





Documentos
Demonstrações de funções
Demonstrações de subsistemas
Demonstrações de precisão
Demonstrações de confiabilidade, segurança
ou desempenho
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Marco e atividades





Atividade: parte do projeto que acontece ao
longo de determinado período
Marco: finalização de uma atividade — a
momento específico no tempo
Precursor: evento ou conjunto de eventos que
deve ocorrer antes de a atividade começar
Duração: tempo necessário para completar a
atividade
Data prevista: aquela na qual a atividade deve
estar concluída
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Tempo de folga ou tempo livre
Tempo de folga = tempo disponível – tempo real
= tempo mais tardio para começar – tempo mais antecipado para começar
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Pessoal necessário para o projeto

Principais atividades de um projeto:








análise de requisitos
projeto do sistema
projeto do programa
implementação do programa
teste
treinamento
manutenção
garantia da qualidade
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Escolhendo o pessoal







Capacidade para desempenhar o trabalho
Interesse no trabalho
Experiência com
 aplicações semelhantes
 ferramentas ou linguagens semelhantes
 técnicas semelhantes
 ambiente de desenvolvimento semelhante
Treinamento
Capacidade para se comunicar com outras pessoas
Capacidade para compartilhar responsabilidades
Habilidades de gerenciamento
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Estilos de trabalho




Extrovertidos: tendem a afirmar suas idéias
Introvertidos: pedem sugestões
Intuitivos: baseiam suas decisões nos
sentimentos
Racionais: baseiam suas decisões em fatos
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Organização do projeto

Depende




da experiência e do estilo de trabalho dos membros da
equipe
do número de pessoas na equipe
dos estilos de gerenciamento dos clientes e
desenvolvedores
Exemplos:


programador-chefe da equipe
Abordagem “sem influência do ego”
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Estimativa de esforço

Julgamento de especialista





analogias
proporção
técnica de Delphi
modelo de Wolverton
Métodos algorítmicos: E = (a + bSc) m(X)


modelo de Walston e Felix: E = 5.25S 0.91
modelo de Bailey e Basili: E = 5.5 + 0.73S1.16
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Técnica Bailey-Basili
• Minimiza a estimativa de erro padrão para produzir uma equação como:
E = 5.5 + 0.73S1.16
• Ajuste inicial da estimativa com base na razão de erros.
Se R for a razão entre o esforço real, E, e o esforço previsto, E’,
então o ajuste do esforço é definido como
ERadj = R – 1
if R > 1
= 1 – 1/R if R < 1
• Assim, a estimativa de esforço inicial E foi ajustada desse maneira:
Eadj
= (1 + ERadj)E if R > 1
= E/(1 + ERadj) if R < 1
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Modelo COCOMO: Estágios de
desenvolvimento

Composição da aplicação:



Projeto inicial:



prototipagem para resolver questões de alto risco envolvendo
interface com os usuários
estimativa de tamanho a partir de pontos de aplicação
explorar arquiteturas e conceitos de operação alternativos
estimativa de tamanho a partir de pontos de função
Fase posterior à arquitetura:


desenvolvimento já começou
estimativa de tamanho a partir de linhas de código
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Métodos de aprendizado automático

Exemplo: raciocínio baseado em casos





usuário identifica um novo problema como um caso
sistema obtém casos semelhantes a partir de um
repositório de informações históricas
sistema reutiliza o conhecimento de casos anteriores
sistema sugere uma solução para o novo caso
Exemplo: redes neurais

Utiliza dados de projetos anteriores
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Modelo de esforço

Magnitude Média de Erros Relativos (MMER)

Valor absoluto
[(real - estimado)/real]


objetivo: deve ser 0,25 ou menos
Pred(x/100): porcentagem de projetos para os
quais a estimativa está dentro de x% do valor real

objetivo: deve ser 0,75 ou maior que x = 0,25
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Gerenciamento de riscos



Impacto do risco: perda associada de um evento
Probabilidade do risco: a probabilidade de o evento
ocorrer
Controle do risco: grau em que podemos mudar o
resultado
Exposição ao risco = (probabilidade do risco) x
(impacto do risco)
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Três estratégias para redução de riscos



Evitar o risco: modificar os requisitos quanto ao
desempenho ou à funcionalidade
Transferir o risco: transferir o risco a outros
sistemas ou realizar um contato seguro
Assumir o risco: aceitar o risco e controlá-lo
influência da redução do risco = exposição ao risco
antes da redução – exposição ao risco depois da
redução : pelo custo da redução do risco
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Dez principais itens de risco segundo Boehm










Pessoal insuficiente
Cronogramas e orçamentos não realistas
Desenvolvimento das funções de softwares erradas
Desenvolvimento de uma interface com o usuário
inadequada
Simplificação dos requisitos
Fluxo contínuo de modificações nos requisitos
Insuficiência nas tarefas realizadas externamente
Insuficiência nos componentes fornecidos
externamente
Insuficiência no desempenho em tempo real
Exceder a capacidade da ciência da computação
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Conteúdo do plano de projeto







Escopo do projeto
Cronograma do projeto
Organização da equipe do
projeto
Descrição técnica do sistema
Padrões, procedimentos,
técnicas e ferramentas do
projeto
Plano de garantia da qualidade
Plano de gerência de
configuração
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger








Plano de documentação
Plano de gerência de
dados
Plano de gerência de
recursos
Plano de testes
Plano de treinamento
Plano de segurança
Plano de gerência de
riscos
Plano de manutenção
Capítulo 3
Prentice Hall
Alpha AXP, da Digital: Modelo de
gerenciamento de inscrição




Estabelecimento de visão compartilhada
apropriadamente ampla
Delegação completa e obtenção de
comprometimentos específicos dos participantes
Inspeção rígida e fornecimento de feedback de
apoio
Reconhecimento de todo o avanço e aprendizado
com o processo do programa
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Lockheed Martin: Modelando a
responsabilidade

Organização em matriz


Desenvolvimento integrado de produto


cada engenheiro pertencia a uma unidade funcional
com base em um tipo de habilidade
combina indivíduos de diferentes grupos funcionais
dentro de uma unidade de trabalho interdisciplinar com
canais de responsabilidade separados
Cada atividade acompanhada utilizava
estimação de custos, análise do caminho crítico
ou acompanhamento do cronograma

valor ganho era utilizado como medida comum para
comparar o progresso
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Estabelecendo marcos






Objetivos: Por que o sistema está sendo
desenvolvido?
Marcos e cronogramas: O que deve ser feito e
quando?
Responsabilidades: Quem é responsável por uma
função?
Abordagem: Como o trabalho será tecnicamente
realizado e em termos de gerenciamento?
Recursos: Quanto de cada recurso é necessário?
Viabilidade: Isso pode ser realizado e será que existe
uma boa razão para isso em termos de negócios?
Engenharia de Software: Teoria e Prática
Shari Lawrence Pfleeger
Capítulo 3
Prentice Hall
Descargar

No Slide Title